Sistema RMS: o que os gestores precisam saber sobre o futuro desse software de gestão

A adoção de um sistema RMS sempre foi associada a robustez e controle no varejo. Porém, diante das mudanças aceleradas no setor supermercadista e atacarejista, muitos gestores começam a questionar se o modelo tradicional ainda acompanha a velocidade da transformação digital.

Neste artigo, vamos entender o que é um RMS, como funciona, quais os pontos de atenção para o futuro e por que explorar novas possibilidades de ERP vem se tornando cada vez mais um requisito estratégico.

Continue lendo para entender impactos, riscos e alternativas reais.

 

O que é um sistema RMS?

Antes de olhar para o futuro, é importante contextualizar o passado, certo? Assim, temos que um sistema RMS (Retail Management System) é um software de gestão desenvolvido para operações de varejo, reunindo recursos administrativos, fiscais, financeiros e comerciais em uma única plataforma.

Por anos, ele foi considerado um dos pilares de gestão para redes supermercadistas e grandes varejistas, ajudando na operação diária, controle de estoque e integração fiscal.

Entretanto, o contexto competitivo mudou. O setor virou multicanal, passou a demandar inteligência, previsibilidade e automação e é nesse ponto que a discussão sobre o futuro do RMS se torna inevitável.

A questão não é se o RMS funcionou até aqui (isso, concordamos que sim), é se ele ainda suporta o ritmo atual do varejo.

Isso porque em grandes operações, muitos gestores enfrentam desafios relacionados a:

 

  • Evolução tecnológica lenta
  • Dependência de customizações manuais
  • Processos pouco intuitivos
  • Baixa integração com novas ferramentas (IA, BI, WMS, OMS)
  • Dificuldade de orquestrar CDs, lojas físicas, e-commerce e integrações fiscais
  • Falta de flexibilidade para adaptar fluxos comerciais complexos

Quando falamos de varejo alimentar e atacarejo, onde o volume é alto e a margem é baixa, sistemas lentos e estruturas rígidas geram rupturas, filas, inconsistências fiscais e baixa clareza de indicadores, um cenário cada vez mais insustentável.

 

 

Por que a discussão sobre o futuro do sistema RMS se intensificou?

O varejo de 2026 é orientado por velocidade, dados e automação. Nesse sentido, se antes a discussão era sobre “automatizar o básico”, hoje o tema é:

 

  • Previsibilidade de compra
  • Acuracidade fiscal
  • Operação integrada entre CD e loja
  • Dados em tempo real
  • Visão 360º do cliente e da margem

Nesse contexto, muitos gestores olham para o RMS e se perguntam:

“Consigo evoluir sem travar minha operação?”

A resposta depende da estratégia, mas há três movimentos claros no mercado:

 

Sinal de desgaste tecnológico

Empresas com forte legado enfrentam barreiras para modernizar módulos antigos sem reescrever tudo do zero.

 

Pressão para reduzir custo operacional

Sistemas com baixa automação geram custos ocultos em retrabalhos, customizações e suporte.

 

Busca por ERPs especializados no varejo alimentar

Supermercados e atacarejos deixaram de aceitar “software genérico”. Eles querem especialistas no seu setor.

É nesse cenário que o debate ganha força.

 

Principais pontos de atenção para gestores que utilizam RMS hoje

Migrar, atualizar ou permanecer? Antes de tomar uma decisão estratégica, gestores deveriam observar alguns pontos críticos. Veja:

 

Aderência ao varejo alimentar

Nem todo ERP de varejo foi desenhado para lidar com perecíveis, embalagens fracionadas, tributação complexa e giro acelerado.

 

Capacidade de integração

Um ERP que não conversa com WMS, PDV, BI, meios de pagamento e e-commerce cria gargalos.

 

Velocidade de evolução

Atualizações lentas hoje representam perda de margem amanhã, especialmente para quem opera com alta escala.

 

Custos ocultos

Muitas vezes o barato vira caro com customizações, retrabalhos, suporte adicional e integrações manuais

 

Disponibilidade de dados

Se os indicadores não estão acessíveis em tempo real, a tomada de decisão se torna reativa e reatividade custa caro.

Esses fatores estão colocando o tema “futuro do RMS” na mesa de discussão de diretores e CFOs.

 

 

RP One: a evolução que o varejo alimentar esperava

Neste ponto, surge uma pergunta natural:

“O que existe no mercado que realmente entenda supermercado e atacarejo?”

A resposta não é genérica porque o varejo alimentar não é genérico. Ele tem dinâmica própria, tributação própria, logística própria e modelos comerciais próprios.

 

RP One nasce exatamente desse contexto. Não como um ERP universal que tenta atender tudo, mas como um ERP especialista para o varejo alimentar e atacarejista.

Ele entrega o que um RMS tradicional hoje sofre para acompanhar:

 

  • Agilidade operacional
  • Aderência tributária específica
  • Integração omnicanal
  • Controle fino de margem
  • Cross de centro de distribuição + loja
  • Inteligência comercial aplicada ao PDV
  • Monitoramento de indicadores em tempo real

 

Quais módulos compõem o RP One?

Antes de explorar módulos, é importante reforçar que o ERP é estruturado por camadas, permitindo que supermercados e atacarejos operem de forma integrada e centralizada matrizes, filiais e centros de distribuição.

Agora sim, os módulos:

 

  • Comercial: gestão de compras, negociação, ofertas, mix, margem, pricing e abastecimento, tudo integrado à operação.

 

  • Estoques: controle fino de inventário, fracionamento, perecíveis, rupturas e acuracidade entre CD e loja.

 

  • Financeiro: contas a pagar/receber, conciliações, DRE e gestão de fluxo de caixa com visibilidade clara para tomada de decisão.

 

  • Fiscal: adequação tributária para o varejo alimentar e integrações fiscais para estados e regimes variados.

 

  • Contábil: conciliação automatizada, fechamento mais rápido e redução de retrabalho.

 

  • Patrimonial: controle de ativos, depreciação e compliance integrado.

 

  • WMS: recebimento, armazenagem, picking, expedição, produtividade, inventário e dashboards de desempenho logístico.

 

Cada módulo é pensado para resolver dor operacional real, não apenas para cumprir requisito técnico.

 

Migração do Sistema RMS com RP Info: aumente a eficiência com especialista no setor

O mercado supermercadista mudou: margem mais curta, clientes mais exigentes e tecnologia mais rápida. O que antes parecia suficiente, hoje começa a travar crescimento. Entender o papel do sistema RMS é importante, mas olhar para o futuro exige flexibilidade e especialização.

Gestores que querem continuar competitivos precisam escolher sistemas que acompanhem o varejo real e não apenas o varejo de catálogo.

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