Quantas ferramentas sua equipe financeira precisa abrir para começar o dia?

Conforme o supermercado cresce, a gestão bancária também fica mais complexa. O problema começa quando o crescimento traz mais contas, mais acessos e mais processos manuais.

Crescer é uma boa notícia para qualquer empresa. Novas lojas, aumento do faturamento, mais fornecedores e uma operação maior mostram que o negócio está avançando.

Mas existe um efeito desse crescimento que nem sempre recebe a mesma atenção: a rotina financeira também fica mais complexa.

Uma empresa que antes trabalhava com poucas contas bancárias passa a operar com diferentes bancos e contas. Aumentam os pagamentos, transferências, cobranças e movimentações que precisam ser acompanhadas diariamente.

E, aos poucos, a equipe financeira começa o dia abrindo diferentes ambientes, conferindo saldos, administrando acessos, utilizando tokens e realizando tarefas que, embora façam parte da mesma gestão, estão espalhadas por vários lugares.

Quanto maior a empresa, maior pode se tornar esse trabalho.

 

Quando o processo começa a consumir mais tempo do que deveria

 

Imagine uma rede supermercadista administrando dezenas de contas bancárias.

Consultar uma conta é simples. Consultar várias, todos os dias, já é outra história.

É preciso acompanhar entradas e saídas, realizar pagamentos, verificar extratos, fazer transferências, emitir cobranças e controlar quem pode acessar cada conta.

Além disso, existe uma preocupação que vai além da produtividade: segurança.

Quem possui acesso às contas? Quais operações cada pessoa pode realizar? Como ficam as senhas e os tokens? O que precisa ser alterado quando um funcionário deixa a empresa?

São pequenas tarefas que, somadas, criam uma operação financeira bastante complexa.

E existe outro detalhe: boa parte das informações que originam essas movimentações já está no ERP.

 

Se a informação nasce no ERP, por que o processo precisa continuar fora dele?

 

Uma compra registrada no sistema gera uma obrigação de pagamento.

Uma venda pode gerar um recebimento.

Uma operação pode exigir uma transferência.

Uma cobrança precisa ser emitida.

Ou seja, o ERP conhece boa parte daquilo que está acontecendo financeiramente na empresa.

Mesmo assim, em muitos processos, a equipe ainda precisa sair do sistema, acessar outros ambientes, transmitir arquivos ou repetir etapas para concluir uma operação bancária.

É justamente nessa distância entre gestão e banco que existe uma grande oportunidade de simplificação.

Quanto mais próximos esses dois ambientes estiverem, menor tende a ser a quantidade de tarefas manuais necessárias para fazer a informação chegar de um lado ao outro.

 

Centralizar muda mais do que a rotina

 

Quando contas e operações bancárias podem ser acompanhadas em um mesmo ambiente, a primeira mudança percebida é a praticidade.

Mas o ganho não termina aí.

A equipe passa a ter uma visão mais ampla da posição financeira da empresa. O gestor consegue acompanhar contas, saldos, entradas, saídas e movimentações sem precisar construir essa visão consultando diferentes ambientes separadamente.

Isso também facilita o controle de usuários e acessos.

Em uma operação pequena, talvez essa diferença pareça pouco significativa. Em uma rede com muitas lojas, empresas e contas bancárias, ela ganha outra proporção.

O objetivo deixa de ser apenas fazer pagamentos mais rápido.

Passa a ser administrar melhor toda a operação bancária.

Foi de uma dor como essa que nasceu o RP Banking

Na RP INFO, muitas soluções surgem a partir de situações vividas pelos próprios clientes.

Com o RP Banking, não foi diferente.

Já acompanhamos casos de clientes que precisavam administrar cerca de 50 contas bancárias, lidando diariamente com senhas, tokens, arquivos e diferentes acessos.

A pergunta passou a ser: como tornar essa rotina mais simples sem perder controle e segurança?

O RP Banking foi desenvolvido para responder a esse problema.

Integrado ao RP One, ele permite concentrar a gestão de diferentes contas bancárias em um único ambiente. O usuário pode consultar extratos e movimentações, acompanhar saldos, realizar pagamentos e transferências e trabalhar com cobranças sem precisar tratar cada etapa como um processo isolado.

A solução também conta com gestão de usuários e autenticação em múltiplos fatores, ajudando a empresa a controlar quem possui acesso às operações.

Outro ponto importante está na comunicação com os bancos. Em operações integradas, processos que antes dependiam da troca de arquivos podem acontecer por comunicação direta entre o sistema e a instituição financeira.

 

O financeiro não deveria ficar mais complicado porque a empresa cresceu

 

Esse talvez seja o ponto principal.

Quando uma empresa cresce, é natural que sua operação aumente. Mas isso não significa que cada nova loja ou conta bancária precise trazer consigo mais controles manuais, mais planilhas, mais senhas e mais etapas.

A tecnologia precisa acompanhar esse crescimento.

Para o setor financeiro, isso significa conseguir administrar uma operação maior sem transformar complexidade em burocracia.

No final, uma boa gestão financeira não é aquela que possui mais controles.

É aquela que consegue ter controle sem precisar complicar a rotina para conseguir isso.

 

 

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